quarta-feira, 19 de março de 2008

sábado, 15 de março de 2008

Seco e prático.

tudo sempre monótono, as mesmas piadas, os mesmo clichês....

renego esse modo de ser.. existir apenas;

por segundos de adrenalina, horas de sedentarismos

sempre a espera de algo que fez valer..

pessoas remetem a perfeição virando demônios de rostos destorcidos...

aqui tudo é confuso.. sempre se deteriorando;

convívio limitado...

de repente me sinto feliz em não mais ver, não mais ouvir...

me presentei com sua partida... me liberte das dependências.

a distancia trás segurança e felicidade.. até me ver sozinho.

estranho.. mas enjoamos do que criamos, estamos entupidos dessa merda toda.

e não temos coragem de ceifar nossos olhos, beneficiarmos nossos corpos com a falta de ar.

o lado primata é ainda a parte mais viva de nós...

porque é ela que nos impede de pula de vez nesse precipício.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Frutos do convívio


Buscar sempre a elite no meio que se está..

Frases e costumes computados e pesados conforme seus caprichos;

Mas eles são tão bons, quando se está em meio a cobras;

Eles parecem ser o total conforto quando se quer alguém, sozinho no deserto.

É inevitável, isso passa a enojar...

Ter vontade de retrucar a socos as ondas sonoras daqueles ditados..

Tudo tão perfeitamente previsível...

É normal a falta de vergonha ?

Ou isso é apenas encontrado em restos de seres, que se proliferam em meio aos costumes sociais?

Aquelas necessidades por expoentes, a fome insaciável por qualidades...

Tudo visto de forma tão clara nos pobres coitados...

Tudo negado de forma tão convicta em si mesmo.

A verdade é que não existe padrão aos que não se conhecem...

Não há pra onde correr, nem tão pouco o que se buscar para se apoiar.

Mas o desprezo continuo pelo convívio chulo é real.. tão seco e frio como uma pedra.