A clareza em mente de ter feito o correto, de cara limpa para o mundo ele não se priva de viver, e assim circulando o próprio espaço com faixas zebradas, para limitar o adentrar de estranhos dentro da zona mínima de “ser feliz”, faz a vida acontecer.
Apenas aqueles que observam de longe vêem que a inocência também pode ferir profundamente, mas o que fazer quando não se conhece as conseqüências dos próprios atos? Em todas aquelas palavras, atos e afins... não se enxerga uma ponta de maldade.
É curioso observar o comportamento frenético das ondas em vidas que se cruzam, em especial quando é perceptível que o mesmo amor que une, repele.
Ao ver, me pergunto confuso, se é sabedoria ou medo optar por não se envolver, não havendo laços descompromete as conseqüências e aqueles dedos jamais estarão apontados para sua face, aquelas lágrimas não te trarão culpa.
Certo mesmo, é que há sim uma pontinha de inveja daquele que não se priva e posteriormente não se culpa, pois pelo sim ou pelo não, sente-se vivo consideravelmente mais vezes do que todos os demais mortais.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Uma Terça-Feira já Comum
a revolta invade a corrente sanguínea, e os neurónios passam a trabalhar enfurecidos do mais vermelho e incandescente ódio;
o mundo nos degrada a um ponto de não racionalizar mos mais os acontecimentos e nos apresenta ao estágio primitivo novamente;
enfiam de uma única vez o mundo todo dentro de um único ser, e é problema seu como fará para digerir tudo isso, se capaz você for!
matar para não morrer, gritar, espernear, criticar, mentir, roubar... o novo cotidiano dos evoluídos;
luta de ego que mata do interior para fora, até o ponto que vê-se explosão de fúria no lugar de palavras...
olhos tapados de desgosto, e ainda vão te espremer até que lhe falte o ar.
sim, você está vivo, é jovem.. e esse é só o começo.
o mundo nos degrada a um ponto de não racionalizar mos mais os acontecimentos e nos apresenta ao estágio primitivo novamente;
enfiam de uma única vez o mundo todo dentro de um único ser, e é problema seu como fará para digerir tudo isso, se capaz você for!
matar para não morrer, gritar, espernear, criticar, mentir, roubar... o novo cotidiano dos evoluídos;
luta de ego que mata do interior para fora, até o ponto que vê-se explosão de fúria no lugar de palavras...
olhos tapados de desgosto, e ainda vão te espremer até que lhe falte o ar.
sim, você está vivo, é jovem.. e esse é só o começo.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Nossa Voz
Entre olhos esperançosos por mais uma chance, vemos a lagrima fria que corta o calor da face tão surrada pelo desprezo. São homens também aqueles que sofrem para o nosso conforto e que sorrateiramente planejam métodos de se manterem vivos entre a discórdia e a ganância de quem retem o poder.
Com muros de concreto se fazem as divisões, mantendo distante o povo limpo do denominado sujo, por medo, por mesquinhez ou luxuria. Seres humanos são simplesmente peça do consumo alheio, onde não podem parar de produzir para não ofuscar o sorriso daqueles que se sobressaem usando da miséria como ferramenta de enriquecimento.
Pobres são aqueles que compreendem o quanto o trabalho vale, e que por hipocrisia não se predispõem a ajudar a um necessitado, a dor de tantos não deveria nem por hipótese ser a alegria de poucos.
O mundo é injusto e cruel, mas mesmo dentre as temporadas mais frias haverá dias mais amenos, e nesses dias faremos nossa voz valer, de uma vez por todas.
Com muros de concreto se fazem as divisões, mantendo distante o povo limpo do denominado sujo, por medo, por mesquinhez ou luxuria. Seres humanos são simplesmente peça do consumo alheio, onde não podem parar de produzir para não ofuscar o sorriso daqueles que se sobressaem usando da miséria como ferramenta de enriquecimento.
Pobres são aqueles que compreendem o quanto o trabalho vale, e que por hipocrisia não se predispõem a ajudar a um necessitado, a dor de tantos não deveria nem por hipótese ser a alegria de poucos.
O mundo é injusto e cruel, mas mesmo dentre as temporadas mais frias haverá dias mais amenos, e nesses dias faremos nossa voz valer, de uma vez por todas.
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