Hoje novamente ao passo da tristeza, sentindo injustiçado por estar dentro de si, por não saber chorar e escoar aquilo que nem ao menos se dá nomes.
Um metódico padecendo em teorias infindáveis e desestruturadas, um desconhecido do sofrimento físico morrendo psicologicamente.
Incompatível, intolerável, infiel, supérfluo, complexo, digno de dó!
Ter em si, o necessário pra si.. negar-se por completo, desejar regresso ou fim absoluto.
se podessem sair, se podessem sumir, se me fizessem sentir falta, e esse fosse humano? Natural? Simplório!?!.. e se parassem de berrar em minhas orelhas?
segunda-feira, 25 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Sem Tema, Sem Direção
Talvez fosse inverter os passos e insistir em não estar no fluxo, em um solidário o silencio que muitas vezes fazia-se para que a palavra fosse passada a outro, mesmo ninguém parecendo surpreso com a desatenção de todos com todos.
Sempre buscando o suprasumo da vida para segundos, sempre tentando tocar as estrelas, sempre vendo simplicidade para conforto, para respirar. Respirar fumaça de cigarro.
Existia a necessidade de se mexer, de não calar, de beber tudo que tinha em mãos e logo ir em direção de uma prateleira comprar mais. Esperamos sempre pela felicidade futura, como fosse tão certa e já conseguíssemos senti-la em nossas veias. Mas nem ao menos sabíamos se estaríamos vivos pra um dia falar, sou feliz.
Sempre que me deparava com pessoas que esperam compaixão dos demais sentia dó, ou raiva, ou desprezo.. não sei bem a definição, mas sei que aquilo me incomodava profundamente, me sentia ofendido. Sempre achei injusto com aqueles que se esforçam pelo que tem, que outras pessoas tivessem mais sem esforço algum. Por algum motivo passei a ver as coisas individualmente, pra tudo, com todos. Sempre esperando que alguém traísse primeiro ou se mostrasse menos confiável do que o de habitual.
Tinha a impressão que aquela vida bela que vi nos filmes só era encenada pra mostrar para a todos o quão infeliz eram. Eu estava amargo, distorcido, amarrotado, preso, doente, triste, descrente, ausente, desacreditado de tudo.
Minha cabeça rodava e não achava um centro, meus amigos não compartilhavam das mesmas canções, a bebida tinha se tornado rotina e o mal causado pelo cigarro não me importava mais.
Mas o curioso que mesmo estando tão atormentado, não me sentia coagido, eu aparentemente tivera desenvolvido a capacidade de viver com aquilo. Como se eu mesmo não me importasse com o que ou quem era.
Minhas obrigações apenas aconteciam, e eu não me importava tão acentuadamente com tudo como se meus dias passassem do claro ao negro por eventualidade.
A verdade que ao longo dos anos perdi a margem de delimita a loucura da sanidade, a doença da saúde, as pessoas dos amigos. Tenho perdido o amor.
Sempre buscando o suprasumo da vida para segundos, sempre tentando tocar as estrelas, sempre vendo simplicidade para conforto, para respirar. Respirar fumaça de cigarro.
Existia a necessidade de se mexer, de não calar, de beber tudo que tinha em mãos e logo ir em direção de uma prateleira comprar mais. Esperamos sempre pela felicidade futura, como fosse tão certa e já conseguíssemos senti-la em nossas veias. Mas nem ao menos sabíamos se estaríamos vivos pra um dia falar, sou feliz.
Sempre que me deparava com pessoas que esperam compaixão dos demais sentia dó, ou raiva, ou desprezo.. não sei bem a definição, mas sei que aquilo me incomodava profundamente, me sentia ofendido. Sempre achei injusto com aqueles que se esforçam pelo que tem, que outras pessoas tivessem mais sem esforço algum. Por algum motivo passei a ver as coisas individualmente, pra tudo, com todos. Sempre esperando que alguém traísse primeiro ou se mostrasse menos confiável do que o de habitual.
Tinha a impressão que aquela vida bela que vi nos filmes só era encenada pra mostrar para a todos o quão infeliz eram. Eu estava amargo, distorcido, amarrotado, preso, doente, triste, descrente, ausente, desacreditado de tudo.
Minha cabeça rodava e não achava um centro, meus amigos não compartilhavam das mesmas canções, a bebida tinha se tornado rotina e o mal causado pelo cigarro não me importava mais.
Mas o curioso que mesmo estando tão atormentado, não me sentia coagido, eu aparentemente tivera desenvolvido a capacidade de viver com aquilo. Como se eu mesmo não me importasse com o que ou quem era.
Minhas obrigações apenas aconteciam, e eu não me importava tão acentuadamente com tudo como se meus dias passassem do claro ao negro por eventualidade.
A verdade que ao longo dos anos perdi a margem de delimita a loucura da sanidade, a doença da saúde, as pessoas dos amigos. Tenho perdido o amor.
sábado, 16 de abril de 2011
“Tudo Bem, Esse é o Mundo”.
O fato é que ao tentarmos entender os fatos, acabamos por desentendê-los, fato é que quando tentamos resolver uma situação o que provavelmente acontecerá é uma maior distancia da solução.
O fato que os que necessitam transpirar confiança, são os que geram as maiores suspeitas, e que os que se doam muito por instantaneamente são aqueles que provavelmente abandonarão o barco primeiro.
Penso que se pudesse escolher em não pensar, não hesitaria!
A distancia do ser alguém e querer ser-lo é habitualmente desprezada, agora todos nossos gênios são cópias, e no não se cria; Se copia, todos os ouvintes, telespectadores e usuários venderam-se a idéia do “tudo bem, esse é o mundo”.
Temos para cada religioso, 2 padres/pastores/senhores de terreiro, para cada ouvinte 20 bandas, para amizade 15000 colegagens (perfeitamente dispensáveis);
Nossos lideres nos dão vergonha, nossas faculdades poderiam ser mais rígidas, nossos hábitos poderiam ser mais saudáveis, nossos rostos poderiam expressar mais de nossos sentimentos, mas tudo bem, esse é o mundo.
O fato que os que necessitam transpirar confiança, são os que geram as maiores suspeitas, e que os que se doam muito por instantaneamente são aqueles que provavelmente abandonarão o barco primeiro.
Penso que se pudesse escolher em não pensar, não hesitaria!
A distancia do ser alguém e querer ser-lo é habitualmente desprezada, agora todos nossos gênios são cópias, e no não se cria; Se copia, todos os ouvintes, telespectadores e usuários venderam-se a idéia do “tudo bem, esse é o mundo”.
Temos para cada religioso, 2 padres/pastores/senhores de terreiro, para cada ouvinte 20 bandas, para amizade 15000 colegagens (perfeitamente dispensáveis);
Nossos lideres nos dão vergonha, nossas faculdades poderiam ser mais rígidas, nossos hábitos poderiam ser mais saudáveis, nossos rostos poderiam expressar mais de nossos sentimentos, mas tudo bem, esse é o mundo.
sábado, 2 de abril de 2011
"i é só!"
Ninguém precisaria de muitas palavras pra expressar o que sente, se caso estivesse com um furo de 10mm transversal na cabeça.
Assinar:
Postagens (Atom)