olhe próximo, veja o que gosta e o que lhe atrai,
observe aquilo que ira te fazer sentir bem, alguma coisa que te faça rir;
agora olhe mais proximo ainda, beirando o interior, passe apenas a ignorar o que incomoda,
finja que nada está errado, e que sua escolha de estar ao lado disso ainda é a sua melhor atitude,
chegue ainda mais perto, explore o limite das relações, o cheiro da desconfiança e o que te irrita,
não tema, não tenha misericórdia, não chore;
Daqui o amor já não fala, não há romance perfeito.. aquelas fagulhas tornam-se chamas;
os homens mostram sua real face.
É passivel de ódio tudo aquilo que se ama, basta analisarmos, vasculharmos os sentimentos.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Sem Espaço Para Imposições.
somos parcialmente imparciais em todos os espaços,
fazendo-nos provar da infelicidade daqueles que não imaginam demais saídas,
Fantasiamos aspectos favoráveis para nos sobressair entre tantos de mesmos valores,
e para tanto, nem ao menos pesamos a possibilidade de perdermos,
ao quebrar a barreira do que nos cega, é lindo rir de sua soberania,
embora seja errôneo também pensar que somos diferentes.
O que seria mais justo ouvir da boca de alguém a quem você julgou, do que um julgamento?
imagino isso como a vida em ondas, onde a harmonia se dá com base no grau de mobilidade de cada ponto, e não há imposição que satisfizera essa condição,
pois uma imposição engolida com o amargo da insatisfação, é uma fagulha de revolta que se cria, e entre tudo isso simplesmente não há espaço para posturas negativas.
Se vivos estamos, então viveremos para frente, sempre!
fazendo-nos provar da infelicidade daqueles que não imaginam demais saídas,
Fantasiamos aspectos favoráveis para nos sobressair entre tantos de mesmos valores,
e para tanto, nem ao menos pesamos a possibilidade de perdermos,
ao quebrar a barreira do que nos cega, é lindo rir de sua soberania,
embora seja errôneo também pensar que somos diferentes.
O que seria mais justo ouvir da boca de alguém a quem você julgou, do que um julgamento?
imagino isso como a vida em ondas, onde a harmonia se dá com base no grau de mobilidade de cada ponto, e não há imposição que satisfizera essa condição,
pois uma imposição engolida com o amargo da insatisfação, é uma fagulha de revolta que se cria, e entre tudo isso simplesmente não há espaço para posturas negativas.
Se vivos estamos, então viveremos para frente, sempre!
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