Olhar e não se esforçar em entender;
Caminhar para a direção em que o nariz simplesmente aponta;
Dormir e acordar sem fazer a mínima questão em controlar as horas;
Conhece-se tanto ao ponto de desconhecer;
Tudo se passa a um palmo do chão;
Nada é tão vivo quanto antes, e nem espera que seja;
Optar por abraçar o mundo, o mundo que nos atropela;
O mundo que nos deixa sem “nós” e sim, ainda mais vazio que o inicio;
Grandes problemas diminuem os detalhes;
Detalhes fazem as diferenças, que nos fazem ser o que somos;
Então, simplesmente nos desfazemos, nos desmontamos, nos destruímos, nos odiamos..
Por não compreender que não há compreensão;
Que dentro desse mundo que criamos para nós mesmo, sanidade não é ciência.. é sobrevivência!
Que a dor será cotidiana, o stress uma constante e a felicidade apenas lapsos do que imaginamos para vida.
Dentre tudo, ainda creio no amor, afeto, AMIZADE, confiança, no gostar de si próprio.. pois se acha difícil a vida com esses sentimentos, não imagino forma de viver sem ter-los.
Feliz natal Hermanos, que Deus esteja sempre com cada um nós onde formos.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Igualdade e suas atribuições

Os homens trocam seus segredos pelo comum, como se houvesse em nosso natural o instinto de sermos iguais, como tão primitivo é ver um amontoado de seres humanos quando há tanto espaço para se viver.
Cópia de uma cópia eram nossos antepassados, hoje somos não mais que clichês falantes.
Padronizam tudo buscando organização e consequentemente fazem-nos robôs, e não se engane pensando que falo das cores das placas de sinalização, falo do seu modo de falar! Desprezível a previsão da sua próxima frase.
Tenho sim meus defeitos, e por mais que o bom (?) senso pressione sempre para o lado escuro (onde estarão bem escondidos) existem SIM partes em mim que não são nem serão convencionais, e curiosamente associo a isso o fato de me chamarem de “humano”.
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