segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Self-Revolucion

Gostaria de desapego, independência, self-revolucion;
Completa falta de anseio por sentimentos, pelo contato;
Estar completo em sí, por sí, enfim...
Sem tremular, gaguejar, nenhuma lágrima sequer.
Gostaria de manter a cabeça erguida, sem fraquejar;
Chamar ao próprio nome quando em desespero;
Mesmo que, seja esse o ultimo recurso, pois desespero seria a ultima das sensações;
Gostaria de não recuar, não exitar, não temer;
E em meio ao perigo, antes do medo, ver esperança.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Erga-te a Cabeça

Não importa a distância, porque sim, existem os meios. E não reclame da dor, pois demonstra-te alguém superficial e fraco.
Preencha o vazio com conhecimento, tornando as conversas mais harmoniosas e pacíficas, e almeje sempre em todo segundo ocioso, ser alguém mais amplo e dinâmico.
Adaptar-se a ideia de magnitude é a mais honesta das atitudes humana, nos fazermos do tamanho do lugar que ocupamos em meio a tudo isso, fazer da vida algo realmente bonito e inspirador.
Ser positivo talvez seja desafiante, vivemos em dias que conspiram contra nós, um mundo que após fechar a porta na nossa cara costuma também apagar as luzes tirando o ultimo fio de esperança.
Mas por hora, percebo que esse positivismo já citado acima, está na essência de cada ser, como se fosse um combustível para erguermos a cabeça e ainda vermos, mesmo que ilusoriamente, aquela conhecida luz no fim do túnel.
Por hora, resumindo os fatos, vejo um herói a cada nova face em mnha frente.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Teoria dos Extremos.

Existe demasiada necessidade de conflitar o estabelecido, uma certa inquietação de nossa parte em relação a comodidade, não existe?
Há turbulencia em tudo que vemos, nos direcionando a um completo duvidar feito de complexidades.
Ao longo dos dias, vislumbramos que provavel mesmo que é que não exista solução, mas a medida que a probabilidade de terminarmos a busca felizes é menor, aparentemente a vontade de buscar é proporcionalmente maior.
E buscar o que? Porque? Onde?
Tens ao menos ideia de onde podemos começar?
Nosso tempo se esvai, nossa vontade parece traiar o "nunca vou desistir", os homens parecem se dar por vencidos, por completos como são.
Mas está alí ó, exatamente do seu lado, aquela pontinha negra de incerteza ainda está alí, e se quiser contrariar o que estava quieta, acredite, isso pode virar o universo.
Afinal, qual é a direção da evolução? É possivel que, se conhecimento está no extremo de um das ponta de uma reta, a "felicidade" estará na outra.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Amor mecanizado.

O Deus que vos fala ao pé da orelha, diz vagarosamente tudo aquilo que te adapta perfeitamente ao mundo.
Torna-te parte integrante e praticante das pessoas que te rodeiam gesticulando incessantemente.
Estamos todos basicamente apoiados sobre nossas origens, cheios de convicções perfeitas, até que se prove o contrário.
Tão certos de si, tão autos suficientes, vaidosos por seus conceitos sábios.
Aos que vêm de fora, existe um misto de dó ou raiva, um certa indelicadeza natural fixa ao carácter daqueles que discordam.
A religião preenche com um suposto ouro os espaços vazios pela falta de conhecimento.
Até então que chega o ponto onde os homens tornam-se escravos de si mesmos, vivendo em uma realidade prédefinada e imposta pelas regras conservistas de hipocrisia religiosa mecanizada.
O amor pode cegar, de diversas formas diferentes.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Esse não Terá Nome

Ao passo que entendemos que o amargo é o mais constante dos sabores, calejamos a emotividade e então passa-se a esconder o medo em pulmões cheios de fumaça. Não seria sábio chorar a cada desapontamento, creio que mais por questão de saúde do que qualquer coisa relacionada a moral, pois não é visível que alguém que grita, chora ao mesmo tempo?
Nos entopem de porcarias que te reduzem a expectativa de vida, te convencem com sorrisos de plástico.. fizeram da vida um teatro onde quem erra a fala é você.
Os métodos vão ficando insatisfatórios, e a cordialidade é deixada de lado, logo vemos pessoas dando socos simplesmente porque não sabem mais falar.
Desespero acredito que seja escrever textos como esse, buscando traduzir em palavras todo esse nojo de si mesmo que corrompem os seres perfeitos, as imagens de Deus.
Afinal, porque ainda temos nomes? Quando somos todos tão iguais.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

É Como, Talvez Assim, Ser Feliz.

como fechar os olhos, e repetir inumeras vezes que o problema está nos outros,

apontar o nariz para uma direção, e usar a cabeça para romper os obstáculos até ter o objetivo em mãos,

é como não se culpar, ou simplesmente não buscar entender,

aceitar a incapacidade como fatalidade, as diferenças como sorte, a vida como algo aleatório,

é simplesmente aceitar, sorrir e não chorar.

imparcialidade por não conhecer os lados, não apontar para as cores que lhe marcam mais,

se não encherga a vida, não finja encherga-la, ou não queira encherga-la,

não se odeia o que não conhece, não chora-se pelo leite que derramou se ao menos não sabermos que se tratava de leite.

é como, talvez assim, ser feliz.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Ao Meus Olhos

Amarrotadas as expectativas vão começando a sentir falta de ar, não é tudo um sonho como certa vez nos disseram que seria.
A linguagem que sabemos falar, é aquela que de alguma maneira nos mostram como vencedores, e que por vezes não é suficientemente funcional.
Não era para ser assim, a grosso modo não! Estrelas de brilho intenso encobertas com lona negra e a base de marteladas conformasse algo enrustido, um descrente condenado a crer.
Se pensarmos que a ordem seqüencial dessas palavras poderiam fazer deste texto o carro chefe de um bestseller, poderíamos enfim perceber que um segundo é a diferença de um milionário para um pobre miserável. É exatamente como ecoa dentro de nossa mente, tudo parece tão próximo que chega ser palpável, mas está tão distante que a visão embaralha só no tentar entender.
A felicidade que busco é o irracional, o que por natureza, por natureza se daria. Mas quando racionais somos, acredito que o mais difícil do pontos a se atingir é a irracionalidade, pois ao pensar no irracional já estamos racionalizando nossos atos.
A verdade que no meio de tanto esforço, a única a coisa que mais queremos é que tudo aconteça simplesmente por acontecer, sem um vírgula sequer de mérito próprio.

sábado, 11 de setembro de 2010

Sua Ervinha


Confesso que pensei muito a respeito, até chegar a um ponto de imparcialidade com essa situação e hoje digo já com certa serenidade em minhas palavras, que “sou totalmente contra a maconha”.
Talvez esse texto seja o único que escrevi de forma direta, sem maquiar as idéias que me corroem em exemplos, no dito popular a verdade nua e crua. Mas precisa-se em algum ponto da vida gritar pra fora, ao contrario do que a maioria faz para Ser maleável socialmente.
Vejo tanto potencial desperdiçado, fazendo uma agressão ao senso evolutivo atribuído aos seres de bem, como se esvaziasse quando deveria encher, como se distanciasse quando deveríamos construir pontes para a proximidade. Homens lançados aos trapos, seres sem determinação e força de espírito, “aqueles que antes somavam, agora subtraem em qualquer lugar que ousam colocar seus cadáveres vivos”
E suas opiniões, suas convicções, seus valores?
As chamas mais prósperas e capazes de incendiar o mundo todo, se apagaram por falta de oxigênio em meio de tanto combustível para queimar.
Por onde anda o homem que deveria sorrir apenas quando algo lhe faça rir, o homem que deveria viver e prosperar sem ter que distorcer a realidade para aceita-la?
Eu falo do prazer de simplesmente iniciar uma conversa com essas pessoas, de tomar todas as cervejas possíveis sem ter que parar o assunto pra queimar até a ultima ponta.
Tenho “vergonha” de meus amigos, pessoas que me convenceram a chamá-los por “amigos” devido suas personalidades, seus valores, e que hoje são apenas seres apáticos e improdutivos, indo conforme a maré apenas porque têm preguiça de escolher um lado pra remar.
Sei que minha postura pode ofender pessoas que eu amo, por aprendi a amá-las, mas gostaria sinceramente de escrever movido a orgulho e não a despontamento. E se isso é preconceito, então sim! Sou preconceituoso.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pessimismo

Aos que me chamam de pessimista, deixo apenas algumas palavras duras por condizer com a realidade:
Homens não foram feitos para ignorar o que é eminente e nem tão pouco apaziguar seus semelhantes quando não há paz;
Chega de domínio mascarado e dessa submissão teatral ridícula;
A felicidade não é uma grandeza equacionada racionalmente em prós e contras, e se zero for o resultado das somatórias você certamente não estaria sorrindo com isto!
Todos complicam tudo por falar o que não devem em momentos inoportunos, como se os tolos procurassem sarna pra se coçar;
E “aprendendo a dançar igual, esqueceram de viver”...
As oportunidades afloram-se aos olhos que podem e querem ver, e apenas as mãos firmes poderão agarrá-las, ao menos EU acredito que sendo esse tal de “socialmente correto” que mente para agradar, desfazendo a imagem alheia com palavras pejorativas apenas por querer ter um assunto e tendo valores tão mesquinhos, não vamos construir algo estruturado ao ponto de não nos preocuparmos com a ventania das indecisões.
Se é amigos que tu queres, passe a tratar-los como tal.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Inocência

A clareza em mente de ter feito o correto, de cara limpa para o mundo ele não se priva de viver, e assim circulando o próprio espaço com faixas zebradas, para limitar o adentrar de estranhos dentro da zona mínima de “ser feliz”, faz a vida acontecer.
Apenas aqueles que observam de longe vêem que a inocência também pode ferir profundamente, mas o que fazer quando não se conhece as conseqüências dos próprios atos? Em todas aquelas palavras, atos e afins... não se enxerga uma ponta de maldade.
É curioso observar o comportamento frenético das ondas em vidas que se cruzam, em especial quando é perceptível que o mesmo amor que une, repele.
Ao ver, me pergunto confuso, se é sabedoria ou medo optar por não se envolver, não havendo laços descompromete as conseqüências e aqueles dedos jamais estarão apontados para sua face, aquelas lágrimas não te trarão culpa.
Certo mesmo, é que há sim uma pontinha de inveja daquele que não se priva e posteriormente não se culpa, pois pelo sim ou pelo não, sente-se vivo consideravelmente mais vezes do que todos os demais mortais.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Uma Terça-Feira já Comum

a revolta invade a corrente sanguínea, e os neurónios passam a trabalhar enfurecidos do mais vermelho e incandescente ódio;
o mundo nos degrada a um ponto de não racionalizar mos mais os acontecimentos e nos apresenta ao estágio primitivo novamente;
enfiam de uma única vez o mundo todo dentro de um único ser, e é problema seu como fará para digerir tudo isso, se capaz você for!
matar para não morrer, gritar, espernear, criticar, mentir, roubar... o novo cotidiano dos evoluídos;
luta de ego que mata do interior para fora, até o ponto que vê-se explosão de fúria no lugar de palavras...
olhos tapados de desgosto, e ainda vão te espremer até que lhe falte o ar.
sim, você está vivo, é jovem.. e esse é só o começo.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Nossa Voz

Entre olhos esperançosos por mais uma chance, vemos a lagrima fria que corta o calor da face tão surrada pelo desprezo. São homens também aqueles que sofrem para o nosso conforto e que sorrateiramente planejam métodos de se manterem vivos entre a discórdia e a ganância de quem retem o poder.
Com muros de concreto se fazem as divisões, mantendo distante o povo limpo do denominado sujo, por medo, por mesquinhez ou luxuria. Seres humanos são simplesmente peça do consumo alheio, onde não podem parar de produzir para não ofuscar o sorriso daqueles que se sobressaem usando da miséria como ferramenta de enriquecimento.
Pobres são aqueles que compreendem o quanto o trabalho vale, e que por hipocrisia não se predispõem a ajudar a um necessitado, a dor de tantos não deveria nem por hipótese ser a alegria de poucos.
O mundo é injusto e cruel, mas mesmo dentre as temporadas mais frias haverá dias mais amenos, e nesses dias faremos nossa voz valer, de uma vez por todas.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Olhe Mais Perto.

olhe próximo, veja o que gosta e o que lhe atrai,
observe aquilo que ira te fazer sentir bem, alguma coisa que te faça rir;
agora olhe mais proximo ainda, beirando o interior, passe apenas a ignorar o que incomoda,
finja que nada está errado, e que sua escolha de estar ao lado disso ainda é a sua melhor atitude,
chegue ainda mais perto, explore o limite das relações, o cheiro da desconfiança e o que te irrita,
não tema, não tenha misericórdia, não chore;
Daqui o amor já não fala, não há romance perfeito.. aquelas fagulhas tornam-se chamas;
os homens mostram sua real face.
É passivel de ódio tudo aquilo que se ama, basta analisarmos, vasculharmos os sentimentos.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Sem Espaço Para Imposições.

somos parcialmente imparciais em todos os espaços,
fazendo-nos provar da infelicidade daqueles que não imaginam demais saídas,
Fantasiamos aspectos favoráveis para nos sobressair entre tantos de mesmos valores,
e para tanto, nem ao menos pesamos a possibilidade de perdermos,
ao quebrar a barreira do que nos cega, é lindo rir de sua soberania,
embora seja errôneo também pensar que somos diferentes.
O que seria mais justo ouvir da boca de alguém a quem você julgou, do que um julgamento?
imagino isso como a vida em ondas, onde a harmonia se dá com base no grau de mobilidade de cada ponto, e não há imposição que satisfizera essa condição,
pois uma imposição engolida com o amargo da insatisfação, é uma fagulha de revolta que se cria, e entre tudo isso simplesmente não há espaço para posturas negativas.
Se vivos estamos, então viveremos para frente, sempre!

quinta-feira, 25 de março de 2010

MEU novo MUNDO

Sou o que sou sem antecedentes, porque o que manipula torna-se manipulado, ao manipular.
As decisões não são feitas de ferro e fogo, nem tão pouco podemos planejar quando seremos “elevados” ao patamar de pessoas de bem.
Somos talvez, pessoas sem ética ou caráter que constroem relações oscilantes devido a não compreendermos o que cada um desses sentimentos significa em nosso interior. Alguns associam a isso a grandeza da condição humana, outros a miséria da imperfeição, mas creio ser fato que independentemente do pensamos, essas “fatalidades” mortais serão cenas a se repetirem na infinidade de imperfeição que representamos.
As personalidades acentuam-se com o passar dos anos, e hoje acredito que nenhuma palavra deveria ser dita caso ela não faça quem lhe acompanhar sorrir, ou por ultimo, caso ela não represente ao puro e intenso, como a maioria esmagadora dos sentimentos “NÃO” são. Desse lixo leviano de expressões montadas ou declarações de amor triviais nosso mundo está pela boca. Não gosto de idéia de ser mais um.

sábado, 13 de março de 2010

REVOLTA

Acabaram-se as boas maneiras e as risadas sociais. Somos hoje homens e não aquelas pessoinhas que brincavam de vida. Latente mais que seu sorriso são suas lacunas de infelicidades, e após tanto tempo é certo dizer que ao não saber o que falar, aplica-se o silencio.
Teoricamente fundamentado em uma vida vetorial, apontada insistentemente para frente e tapando com cartolinas mal pintadas o descontentamento, já chega a hora em que o cansaço fala mais alto do que a necessidade de parecer “de bem” para o mundo.
Se querem rir, não esperem de mim a piada, pois de mim saem apenas encenações e de encenações não se faz um homem, creio que nem mesmo um rato.
Se tudo parece ótimo, aos seus olhos.. é completamente injusto e desleal esperar que isso venha a ocorrer da mesma forma e com as mesmas cores aos que te cercam, cada um é formado por uma essência que nem sempre é tão “colorida”.
Há preconceito e classificações em todo o tempo, dentre as juras de amor e fidelidade. O que intriga é que sempre vemos ao externo, como se o que está dentro de nós, por meio das palavras ou gestos jamais chegariam ao espaço dos que estão ao nosso redor.
O que chama de felicidade?

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

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E dessas mentiras não crescem ramos, não lhe darão flores, não lhe darão frutos;
E em suas falas não há tolo que se apóie, que te acompanhe, que te acolha;
E em todo seu caráter não enxerga-se fé, tão pouco luz; somente a dor...
... dor de não ser em todos os momentos, de temer cair, de chorar sorrindo;
É uma pena que tenha aprendido tão tarde que não se pode crescer apenas para cima;
Você, seu mundo, sua paz... tendem à desabar;
E aqueles que por hora foram insignificantes, tendem a ser sua salvação.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

AMIZADE.


Tão amplo quanto toda magnitude da vida, o resumo de bons momentos que fazem todas as razões para se olhar para frente e jurar amor ao que lhe rodeia.
O que persiste em não nos deixar abrir mão de tentar? Há de fato uma chama em nosso interior que nos preenche de luz?
É como caminhar em meio à espinhos, como mastigar brasas, como viver em meio a tantos de poucos valores.
A vida dia a dia torna-se mais enigmática, tão desoladora, tão gigantesca, ampla e baixa.
A felicidade está mais próxima ao medo do que do amor, os lugares e os objetos passaram à imperceptíveis. Como se de repente não me importa onde estou e sim se estou, a mim o que toca sou eu, se “estou bem” então agora vamos contabilizar os danos e prejuízos.
As pessoas que gosto são como algo estendido de minha existência, como se algo me ferisse também ao feri-los, e desse sentimento opto por não tentar descrever, até mesmo porque seria impossível de traduzi-lo em palavras. Alerto a todos periodicamente da distancia segura para com meus segredos, como instinto de sobrevivência ferir aos seus iguais para não se ferir, há quem não faz uso de tal? Aos que se mantém de pé ao meu lado, mesmo com tanta complexidade hostil, dou-lhes o céu de minha personalidade, pois se fizeram merecedores pra tal.
E não me venha dizer que não colocou à prova as pessoas que você diz gostar, se é que sabe o que isso significa. A nos só tem valor, o que nos atribuímos valor. Deus poderia ser o diabo, se assim tu preferir.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

ainda há fé...

Basta segundos, a vida mostra-lhe os dentes, deste céu azul não há mais um dedo de cor!

Enfim, as dificuldades tornam-se intranspassáveis aos seus olhos já opacos e turvos;
Chega ao incomputável os danos a sua alma, psicológico e emocional, homem reduzido a menos que sua própria existência, que minúscula era por natureza. Soa desumano e desleal.

Deus que tanto ousamos por chamar, se faz claro como solução, solução não palpável, não visível, mas igualmente presente.

Esses sábios criam regras, que matam bons homens por ganância, canibais mesquinhos de gravata. Potencial robotizado canalizado à extorquir, após claro, de te deturpar seus valores.

Chega dar náuseas, quando se percebe que para manter-se em pé em meio a ratos, torna-se necessário transforma-se em também um rato.

Suas belas musicas não transem compaixão, seus vícios não garantem felicidade, seus medos são futilidades e sua fidelidade é uma piada, suas soluções? Penhascos!
Tenho dentro da minha caverna primitiva, meus heróis, meus amores e os motivos de existir. Tudo fora daqui, tende a conspirar negativamente.

Você vai morrer abraçado ao seu dinheiro, pois seu dinheiro não lhe dará o céu.
Deprimente o quanto deprimente o ser pode se tornar.