Basta segundos, a vida mostra-lhe os dentes, deste céu azul não há mais um dedo de cor!
Enfim, as dificuldades tornam-se intranspassáveis aos seus olhos já opacos e turvos;
Chega ao incomputável os danos a sua alma, psicológico e emocional, homem reduzido a menos que sua própria existência, que minúscula era por natureza. Soa desumano e desleal.
Deus que tanto ousamos por chamar, se faz claro como solução, solução não palpável, não visível, mas igualmente presente.
Esses sábios criam regras, que matam bons homens por ganância, canibais mesquinhos de gravata. Potencial robotizado canalizado à extorquir, após claro, de te deturpar seus valores.
Chega dar náuseas, quando se percebe que para manter-se em pé em meio a ratos, torna-se necessário transforma-se em também um rato.
Suas belas musicas não transem compaixão, seus vícios não garantem felicidade, seus medos são futilidades e sua fidelidade é uma piada, suas soluções? Penhascos!
Tenho dentro da minha caverna primitiva, meus heróis, meus amores e os motivos de existir. Tudo fora daqui, tende a conspirar negativamente.
Você vai morrer abraçado ao seu dinheiro, pois seu dinheiro não lhe dará o céu.
Deprimente o quanto deprimente o ser pode se tornar.
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