como fechar os olhos, e repetir inumeras vezes que o problema está nos outros,
apontar o nariz para uma direção, e usar a cabeça para romper os obstáculos até ter o objetivo em mãos,
é como não se culpar, ou simplesmente não buscar entender,
aceitar a incapacidade como fatalidade, as diferenças como sorte, a vida como algo aleatório,
é simplesmente aceitar, sorrir e não chorar.
imparcialidade por não conhecer os lados, não apontar para as cores que lhe marcam mais,
se não encherga a vida, não finja encherga-la, ou não queira encherga-la,
não se odeia o que não conhece, não chora-se pelo leite que derramou se ao menos não sabermos que se tratava de leite.
é como, talvez assim, ser feliz.
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