olhe próximo, veja o que gosta e o que lhe atrai,
observe aquilo que ira te fazer sentir bem, alguma coisa que te faça rir;
agora olhe mais proximo ainda, beirando o interior, passe apenas a ignorar o que incomoda,
finja que nada está errado, e que sua escolha de estar ao lado disso ainda é a sua melhor atitude,
chegue ainda mais perto, explore o limite das relações, o cheiro da desconfiança e o que te irrita,
não tema, não tenha misericórdia, não chore;
Daqui o amor já não fala, não há romance perfeito.. aquelas fagulhas tornam-se chamas;
os homens mostram sua real face.
É passivel de ódio tudo aquilo que se ama, basta analisarmos, vasculharmos os sentimentos.
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Um comentário:
Um caso de importância penso eu, amor e ódio tem a mesma relação, o mesmo peso e mas nunca as mesmas consequências e proporções.
Texto irritante esse... gostei mas me deu dor de estomago!
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