
Está frio aqui, sozinho em meio de um milhão de corpos ambulantes...
Um tiro esta vindo em direção da minha cabeça, a queda é liberdade,
Só por não mais ter mais que me explicar, só para não me sentir mais sozinho dessa forma,
Isso já vale a pena, já é compreensível e realmente necessário.
Falta de sentidos, mesmo com esse sol me queimando a cabeça,
Não existe ligação cabível entre mim e esse mundo,
Terra de canibais, todas as serpentes estão te observando afim de efetuar o bote,
Mortal, frágil e sentimental demais para se importar, que morra então!
Ninguém vem resolver essas merdas pra mim, porque espera que eu tente pensar nas suas?!?
Individualismo e sinal de inteligência, então acredito que vou morrer burro,
E esse for pra viver “burro” a morte não me parece tão ruim assim sabe,
Fazer para o bem é contrariar o mal, isso num mundo aonde o mal é dominante, passa a ser algo nem um pouco inteligente...
Espalhe desconfiança, narcisismo e futilidade, com certeza vai arrumar bons empregos e mulheres bonitas com isso...
Parece simples, mas é contraditório demais, isso é o atestado de óbito assinado pelo cadáver,
Sangre pelas orelhas, seu cérebro, você não precisa mais dessa merda...
Sua vida é vendida em super-mercados agora!
Um comentário:
É fio, ta cada vez mais interessante fuçar no teu blog. Novas coisas legais por aqui velho!
Abraço.
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