Acabaram-se as boas maneiras e as risadas sociais. Somos hoje homens e não aquelas pessoinhas que brincavam de vida. Latente mais que seu sorriso são suas lacunas de infelicidades, e após tanto tempo é certo dizer que ao não saber o que falar, aplica-se o silencio.
Teoricamente fundamentado em uma vida vetorial, apontada insistentemente para frente e tapando com cartolinas mal pintadas o descontentamento, já chega a hora em que o cansaço fala mais alto do que a necessidade de parecer “de bem” para o mundo.
Se querem rir, não esperem de mim a piada, pois de mim saem apenas encenações e de encenações não se faz um homem, creio que nem mesmo um rato.
Se tudo parece ótimo, aos seus olhos.. é completamente injusto e desleal esperar que isso venha a ocorrer da mesma forma e com as mesmas cores aos que te cercam, cada um é formado por uma essência que nem sempre é tão “colorida”.
Há preconceito e classificações em todo o tempo, dentre as juras de amor e fidelidade. O que intriga é que sempre vemos ao externo, como se o que está dentro de nós, por meio das palavras ou gestos jamais chegariam ao espaço dos que estão ao nosso redor.
O que chama de felicidade?
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Um comentário:
E só pra variar, seus textos cada vez melhores!
Sempre sinto uma "pontada nas custelas" quando leio... acho isso bom, me ajuda a repensar muita coisa!!!
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