Eles optaram por colocar em Deus seus pesares, direcionando um fim ao turbulento da vida e ao que não coexiste com a natureza de ser.
Vejo tanto amor e ódio neles quanto em mim, vejo o mesmo potencial caótico de dizimação e a mesma capacidade de encantar os tolos, vejo desespero e primitivismo, mas vejo também um fim, o ponto final do parágrafo existir.
Existe dentro daquelas cabeças uma margem de delimita onde pisar ou não, uma guilhotina que parte a expansão da mente em um ponto onde tudo é firme, e a compaixão ainda fala mais alto que a autonomia.
Dentro de um catalogo pré definido de ações, posicionar-se diante de alguma situação se torna um hábito cotidiano e não lógico, talvez passivo de arrependimento mas, um arrependimento superficial e simplório, facilmente superado com algumas dozes de algo alcoólico e musicas falando “satisfaction” ao pé da orelha.
Mais informações são mais responsabilidades, mais possibilidades são mais raciocínio, mais sensatez torna-se mais remorso, e remorso sempre será dor.
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